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	<description>}}Quando o Ar acaba tudo que sobra é escuridão{{</description>
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		<title>Somos todos cyborgs?</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 19:48:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ciber Lain</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alguns sexólogos afirmam que os vibradores podem viciar. O artista francês Yann Minh participa, em 30 de setembro, de um colóquio sobre o fenômeno “narcose narcísica” provocada pelo uso, entre outras coisas, das máquinas de sexo. Então, o que será? adicção ou exploração? Em Nancy, no mês de Outubro, robôs de sexo e humanos portadores [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asphyxya.wordpress.com&amp;blog=9972488&amp;post=121&amp;subd=asphyxya&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns sexólogos afirmam que os vibradores podem viciar. O artista francês Yann Minh participa, em 30 de setembro, de um colóquio sobre o fenômeno “narcose narcísica” provocada pelo uso, entre outras coisas, das máquinas de sexo.</p>
<p>Então, o que será? adicção ou exploração?</p>
<p>Em Nancy, no mês de Outubro, robôs de sexo e humanos portadores de implantes fálicos passam um final de semana no Festival Internacional de Body Arte, que ocorre no chamado T.O.T.E.M. Souterrain Porte V, dança, espetáculos de rua, concerto e noites de fetiches sobre o tema dos híbridos homens-máquinas. “Nós somos todos híbridos”, explicam os programadores. “Quando o primeiro homem levantou seu primeiro osso para o céu, ele brandiu sua primeira prótese. As armas são próteses. Os brinquedos são próteses. Não sabemos nem mesmo qual deles veio primeiro. Armas ou vibradores?”</p>
<p><a href="http://asphyxya.files.wordpress.com/2009/12/yann_minh.jpg"><img src="http://asphyxya.files.wordpress.com/2009/12/yann_minh.jpg?w=300&#038;h=95" alt="" title="yann_minh" width="300" height="95" class="aligncenter size-medium wp-image-122" /></a>Para Yann Minh, artista ciber-punk e criador do “nooscaphe” (uma máquina de beijo imersiva), é o brinquedo erótico que inaugura a era dos humanos sobre a terra. “Me parece certo que os primeiro objetos humanos não foram as facas ou os martelos de madeira como nos contam na escola, mas sim os brinquedos eróticos… que foram progressivamente se transformando em armas, por projeção sexual metafórica.”</p>
<p>Segundo crê Yann Minh, os antropólogos – “sobretudo os católicos” – ocultaram conscientemente a importância do prazer sexual em nossos estudos sobre a humanidade primitiva, para privilegiar as noções de culto à fecundidade.</p>
<p>“Portanto os objetos ditos itifálicos, e as representações sexuais explícitas (…) apareceram ao mesmo tempo que os demais objetos, e não é possível até o momento determinar a anterioridade de uns sobre os outros…há grandes chances, no meu ponto de vista, que o primeiro objeto inventado pela humanidade, agora ancestral da máquina, tenha sido um vibrador, e que foi uma mulher que o inventou.”Diz, Yann Minh</p>
<p>Pode parecer bobagem afirmar que nossos ancestrais tenham desenhado objetos eróticos. Imaginamos que eles tinham coisa melhor a fazer: colher, caçar, pescar, lutar, matar. Sobreviver, afinal. Mas o exame dos objetos primitivos mostra que os homens da pré-história passavam muito tempo talhando, pintando, lixando e polindo objetos de formas arredondadas, em longas noites ao redor chamas de um fogo crepitante.</p>
<p>Mesmo a invenção do fogo testemunha a atenção e paciência em observar os movimentos de vai e vem. “O amor é a primeira hipótese cientifica para a reprodução objetiva do fogo.” diz Bachelard (A psicanálise do fogo). Imitando o ato primordial, nossos ancestrais esfregaram os materiais, até que eles ficassem brilhantes, doces, lisos e penetrantes. Até que eles coubessem na palma da mão e representassem simbolicamente seus corpos (…)</p>
<p>Em “L’amour des gadgets, Narcisse et la narcose”(capítulo 4- Para compreender as mídias), Marschal Mc Luahn escreve:</p>
<p>“O jovem Narciso toma por uma outra pessoa sua própria imagem refletida nas águas de um rio. Esse prolongamento de si mesmo num espelho confunde sua percepção ao ponto dele acreditar ser este um mecanismo de sua própria imagem que se prolongava repetidamente. (…) O que há de interessante nesse mito, é que ele mostra que os homens são automaticamente fascinados por uma extensão deles mesmos feita de um material diferente deles.”</p>
<p>Yann Minh observa que “os objetos são extensões de nós mesmos que, amplificam nossas funções psíquicas ou cognitivas provocando um estado de estupefação pela sua própria imagem. Nós somos fascinados pela imagem do cyborg ….E, ainda, como somos humanos, diz ele: sucumbimos ao poder que nos confere as máquinas. Quando dirigimos um carro, prótese dos pés, nós nos achamos tão poderosos que dirigimos pelo simples prazer de correr até a vertigem. Uma vez que os limites do carro aguente – como se a simbiose fosse total. É o que Marshall Mac Luhan chama de “narcose narcísica”, agora eles dominam as máquinas.</p>
<p>Os jogadores de vídeo games, os utilizadores de sextoys, os maníacos por aparelhos fotográficos não são mais ou menos “viciados” em suas próteses que os automobilistas, porque eles exploram os novos mundos que lhes oferecem esses objetos. Eles aprendem a se servir deles. Mas atenção: ” Isso não tem nada a ver com os estados dependentes provocados por certas drogas”, observa Yann Minh. “A diferença entre uma real adicção e a narcose narcísica, é que uma vez observado os limites de nosso corpo com esses objetos tecnológicos, nós saímos deste estado de estupefação sem um domínio cognitivo, pelo contrário, nós “voltamos ao mundo” mais fortes pela nova experiência. Nada mais natural, portanto, que este desejo incessante que temos de amplificar nosso corpo: “o uso de instrumentos sexuais, entre outros, faz parte inerente de nossa humanidade. Porque o humano é – desde sua origem – um cyborg, ou seja, um ser que procura sem cessar se relacionar com objetos que lhe deixem mais bonitos, maiores, mais fortes, mais rápidos …”.Isso nos faz deduzir que os vibradores são indispensáveis?</p>
<p>Não necessariamente, diz Yann Minh.“Esses objetos podem inclusive ter o papel inverso, quase castrador”. Para Yann, grosso modo, os vibradores comuns não oferecem ao seu utilizador uma imagem sublimada dele mesmo. Eles não estimulariam, portanto, a imaginação. Sua forma nos remete a sua função puramente prosaica. Podemos considerar, assim, que o efeito de narcose narcísica ficará relativamente reduzido. Isso explicaria a atração exercida pelas novas tecnologias já que, em matéria de erotismo, os robôs e os mundos virtuais oferecem um terreno bastante fértil à imaginação.</p>
<p>“Os jogos imersivos e interativos online, os mundos oferecidos com suas projeções identitárias em forme de avatares audiovisuais, iconográficos, fotográficos, amplificam os processos cognitivos ligados á sexualidade como a sedução, a exibição, o voyeurismo, o fetichismo, e as essas extensões cognitivas, se unem aquilo que os anglo saxões chamam pelo belo nome de (Teledildonic),que são, basicamente, vibradores tele operados pela Internet via USB, oferecendo estimulação cognitiva e estímulos físicos. Esse conjunto (computadores, mundos virtuais, teledildonics, inúmeras redes sociais) produzem uma máquina complexa para o desempenho sexual e emocional amoroso, uma variedade e complexidade comparável a que produz o automobilismo ou o avião para a motricidade, a foto e o vídeopara a memória, as armas para a guerra. E, de fato, possui muito mais utilizadores, um fenômeno próximo e similar a narcose narcísica, que pode dar uma impressão de adicção.”Yann Minh</p>
<p>Yann Minh sabe alguma coisa sobre mundos virtuais, afinal em 30 de Setembro ele se apresentou em Nancy, para testemunhar sua própria experiência de imersão extrema nos universos virtuais. Ele passou dois anos no Second Life, “de 4h a 12h por dia” e relatou suas conclusões no colóquio “Robots Hybrides Cyborgs” que tratou, entre outros temas, das máquinas de sexo.</p>
<p>Tradução livre do artigo artigo Faut-il avoir peur des godes? , de Agnès Giard.</p>
<p>Hybrid Film Fest </p>
<br />Publicado emSem categoria  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/asphyxya.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/asphyxya.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/asphyxya.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/asphyxya.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/asphyxya.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/asphyxya.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/asphyxya.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/asphyxya.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/asphyxya.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/asphyxya.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/asphyxya.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/asphyxya.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/asphyxya.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/asphyxya.wordpress.com/121/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asphyxya.wordpress.com&amp;blog=9972488&amp;post=121&amp;subd=asphyxya&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Definicões</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 20:10:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ciber Lain</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ciber- Rebeldes Todas as tecnologias criam novos rebeldes. Os “luddites” ingleses, que no começo da revolução industrial do século XVIII quebraram as màquinas com medo de serem substituìdos por elas, foram os primeiros “tecno-rebeldes”. Desde então muita coisa mudou. O cinema popularizou os “rebeldes sem causa” da geração “baby-boom”. Hoje, novos rebeldes utilizam as tecnologias [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asphyxya.wordpress.com&amp;blog=9972488&amp;post=112&amp;subd=asphyxya&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a title="Ciber- Rebeldes" href="http://blig.ig.com.br/oanalitico/2009/03/14/ciber-rebeldes/">Ciber- Rebeldes</a></h2>
<p><strong>Todas as tecnologias criam novos rebeldes. Os “luddites” ingleses, que no começo da revolução industrial do século XVIII quebraram as màquinas com medo de serem substituìdos por elas, foram os primeiros “tecno-rebeldes”. Desde então muita coisa mudou. </strong></p>
<p><strong>O cinema popularizou os “rebeldes sem causa” da geração “baby-boom”. Hoje, novos rebeldes utilizam as tecnologias micro-eletrônicas. Se a revolução industrial viu a emergência dos luddites, a cibercultura vai ver a dos rebeldes do “fronte” cibernético: os “ciber-rebeldes”.</strong></p>
<p><strong> As figuras mais importantes são os “phreakers”, os “hackers”, os “crackers”, os “cypherpunks”, os “ravers” e os “zippies”. São esses os novos “cowboys” da fronteira eletrônica.</strong></p>
<p><strong>Os Phreakers.</strong></p>
<p><strong>Os phreakers são conhecidos como os piratas do telefone. A palavra “phreak” é um neologismo entre “freak, phone, free”. A ação dos phreakers começa nos anos 60, a partir da apropriação do sistema de telecomunicação mundial tendo como objetivo viajar gratuitamente pelas redes. </strong></p>
<p><strong>Eles organizavam as famosas “party lines”, festas em linha com vàrias pessoas de locais os mais diversos. Jon Engressia é considerado o pai dos phreakers. Cego de nascença, ele queira encontrar outros cegos pelas linhas mundiais de telefonia. Um outro phreaker, John Draper, descobriu por acaso numa caixa de cereais, um apito que produzia a freqüência de 2600 hz, tonalidade essa que permitia realizar chamadas internacionais gratuitas. </strong></p>
<p><strong>A partir disso Draper ficou conhecido como Captain Crunch (o nome do cereal). A descoberta de Draper incita outros phreakers a produzirem equipamentos clandestinos (as “blue boxes”) que reproduziam os 2600 ciclos e assim permitiam a viagem gratuita pelas redes de telefonia mundial. </strong></p>
<p><strong>Hoje o “phreaking” é atualizado com a pirataria de telefones celulares, esses, pelo tipo de funcionamento, mais pròximos de um computador que de um telefone. A fronteira entre os phreakers e os hackers desaparece.</strong></p>
<p><strong>Os Hackers.</strong></p>
<p><strong>Se os telefones criaram os phreakers, os computadores vão criar os hackers. O personagem Edu da novela “Explode Coração” é um exemplo. </strong></p>
<p><strong>Ele incarna bem o arquétipo do hacker: um jovem, singelo, tìmido e ingênuo que penetra sistemas de informação, sem mexer nos dados alheios. Isso nos dà a imagem do romantismo dos primeiros hackers. Os hackers formam a elite da informàtica. </strong></p>
<p><strong>Num primeiro momento, eles pretendem liberar as informações e os computadores do poder militar, industrial e universitàrio e vão ser os verdadeiros responsàveis pelo nascimento da micro-informàtica, nos anos 70, na Califòrnia. A micro-informàtica foi, por si sò, uma espécie de rebelião contra o peso da primeira informàtica (grandes computadores ligados a balìstica militar). </strong></p>
<p><strong>Os hackers atualizam, com as redes de computadores, a ação dos phreakers, a saber, viagens por novos territòrios simbòlicos, o ciberespaço. Para eles todas as informações devem ser livres, as redes devem ser livres e democràticas e os computadores acessìveis a todos e utilizados como uma ferramenta de sobrevivência na sociedade pòs-industrial. </strong></p>
<p><strong>Os primeiros hackers visavam demonstrar a falibilidade das redes, daì vem a invasão à sistemas de computadores. A mensagem é simples: “se te dizem que tudo é seguro, que não hà possibilidades de falhas, desconfiem, pois é provavelmente um engodo”. </strong></p>
<p><strong>Os hackers alemães do Chaos Computer Club de Hamburgo por exemplo, penetraram o sistema da caixa econômica local, retiraram em poucas horas milhares de marcos e, no dia seguinte, foram à agência devolver e mostrar as falhas do sistema. </strong></p>
<p><strong>Por isso os hackers tornaram-se conhecidos como os “Robin Wood” da cibercultura. O que importa aqui é vermos que, pela tecnologia, os hackers denunciam a pròpria racionalidade tecnològica e o poder constituìdo por grandes empresas e instituições governamentais. Entretanto nem tudo são boas intenções (mostra as falhas, democratizar a informação): surgem os crackers.</strong></p>
<p><strong>Os Crackers.</strong></p>
<p><strong>Os crackers são os verdadeiros “cyberpunks”, ou punks da cibernética. Eles são a versão negra dos hackers. Aqui a atitude punk penetra no reino asséptico da tecnologia. Os crackers pirateiam programas, penetram sistemas com o intuito de quebrar tudo (dai o nome “cracker”), inserem poderosos e destrutivos vìrus de computador. </strong></p>
<p><strong>A idéia é romper com a sociedade asséptica da informàtica e sabotar ao màximo os grandes sistemas de computadores. Nesse sentido os crackers são o pesadelo da modernidade tecnològica. O fenômeno é planetàrio. Em abril de 1994 um cracker brasileiro penetrou vàrios sistemas (provavelmente à partir da Unicamp) destruindo vàrios dados. </strong></p>
<p><strong>Ele deixou a seguinte mensagem: “estou de volta para semear o terror na Internet. Vocês não sabem o que é segurança de um sistema”. Com hackers et crackers as redes parecem vulneràveis. Pela proteção individual no ciberespaço, aparecem assim os punks da criptografia ou cypherpunks.</strong></p>
<p><strong>Os Cypherpunks.</strong></p>
<p><strong>Os cypherpunks (de cyberpunks e criptografia – “cypher”) são tecno-anarquistas que lutam pela manutenção da privacidade no ciberespaço através da difusão de programas de criptografia de massa (proibidos, entretanto, em vàrios paìses). Eles buscam garantir a liberdade individual e a proteção da privacidade dentro das redes de computadores. </strong></p>
<p><strong>Assim, esses ciber-rebeldes se organizam contra todas as tentativas governamentais ou empresariais de re-traçar nossas vidas a partir das pistas que deixamos quando utilizamos qualquer sistema eletrônico, como cartões de crédito, banco eletrônico ou redes de computadores. </strong></p>
<p><strong>O programa PGP (”pretty good privacy”) criado por P. Zimmermann, os “remailers” e outros sistemas anônimos, são as armas fundamentais dos cypherpunks. Toda a mìstica da cabala e do pensamento hermético encontra ressonância com a criptografia de dados eletrônicos. Dentro desse mesmo espìrito esotérico se organizam os tecno-pagãos: os ravers e os zippies. </strong></p>
<p><strong>Os Ravers e Zippies.</strong></p>
<p><strong>Herdeiros diretos da contracultura dos anos 70, os ravers e zippies utilizam o que os seus primos hippies deixaram de lado como o inimigo: a tecnologia. Para esses neo-hippies dos anos 90, a tecnologia é, e deve ser, um parceiro para atingir os valores da era de Aquàrio. </strong></p>
<p><strong>Assim os computadores e as redes, como Internet por exemplo, são vetores de fortalecimento comunitàrio (as comunidades virtuais), de uma gnose ou pensamento màgico (a manipulação mìstica de dados), de uma estética (imagens de sìntese, realidade virtual, hologramas), da festa e do prazer corporal (a dança, o sexo, as drogas, a mùsica). </strong></p>
<p><strong>Os ravers (do inglês “to rave”), simbolizam talvez a mais bela sìntese da cibercultura: através da mùsica “tecno” misturada ao hedonismo do corpo e do espìrito pela dança, o primitivo e o tecnològico interagem de forma simbiòtica. </strong></p>
<p><strong>Eles se reùnem em mega-festas (as raves) com o intuito de dançar horas a fio. Assim, mùsica tribal (repetitiva, percussiva), drogas do amor (o êxtase) e todo um aparato de telefones celulares e de redes de computadores para escapar do controle policial (as raves são proibidas em vàrios paìses da Europa) nos mostra como as novas tecnologias se aproximam, pelo uso, a arquétipos ancestrais dos ritos. </strong></p>
<p><strong>O movimento rave é assim ao mesmo tempo cultural, social e polìtico. O fenômeno dos zippies é tipicamente inglês (inìcio de 1987) mas vem criando aderentes em vàrias partes do mundo. Eles misturam o sentimento comunitàrio dos hippies com as novas possibilidades das tecnologias do ciberespaço. </strong></p>
<p><strong>O movimento foi criado por Frase Clark com o intuito de utilizar o potencial das novas tecnologias para reforçar laços comunitàrios. Zippie significa “Zen Inspired Pagan Professionals” e são herdeiros dos “travellers” (hippies nômades) e da cena “house” que cria, por sua vez, o movimento “tecno” ou “ciber”. Os tecnopagãos, como os ravers e zippies, são uma mistura de vàrios movimentos como a cena “squatt” inglesa, os fanzines, os covers designs, os hackers, o ciberespaço, a mùsica eletrônica.</strong></p>
<p><strong>Ciber-Rebeldes?</strong></p>
<p><strong>Esses rebeldes da cibercultura nos mostram como a “rua”, na sua dimensão quotidiana, encontra formas de descarregar todo o seu vitalismo (para o melhor ou o pior) a partir da utilização das tecnologias micro-eletrônicas. </strong></p>
<p><strong>A tecnologia que sempre foi vista como um fator de separação, de homogeneização e de racionalização se vê investida pelas forças (simbòlicas, imaginàrias, sòcio-culturais) inibidas durante dois séculos de modernidade industrial. A mensagem é simples: se um retorno a uma época pré-tecnològica é impossìvel, o melhor a fazer é tomar as tecnologias nas mãos. </strong></p>
<p><strong>No entanto, se o futuro não existe mais e se as ideologias se esgotaram, não existe mais uma rebelião possìvel mas rebeliões efêmeras, estéticas e lùdicas, presas ao “aqui e agora”. Assim, os ciber-rebeldes não podem buscar “A” revolução, mas revoluções pontuais. A esquiva, o descaso e a maleabilidade é aqui mais importante que um ataque frontal. </strong></p>
<p><strong>Como disse muito bem um zippie inglês: “ao invés de brigar contra o sistema, nòs o estamos ignorando. E essa é a ultima revolução”. Afinal se não existem mais ideologias, certezas ou esperanças, contra quem, e com que objetivo, poderia haver uma revolução?</strong></p>
<br />Publicado emPense. Tagged: ciber cultura, ciber punk, cultura, mundo cibernetico, opinião, sexo <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/asphyxya.wordpress.com/112/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/asphyxya.wordpress.com/112/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/asphyxya.wordpress.com/112/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/asphyxya.wordpress.com/112/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/asphyxya.wordpress.com/112/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/asphyxya.wordpress.com/112/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/asphyxya.wordpress.com/112/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/asphyxya.wordpress.com/112/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/asphyxya.wordpress.com/112/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/asphyxya.wordpress.com/112/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/asphyxya.wordpress.com/112/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/asphyxya.wordpress.com/112/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/asphyxya.wordpress.com/112/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/asphyxya.wordpress.com/112/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asphyxya.wordpress.com&amp;blog=9972488&amp;post=112&amp;subd=asphyxya&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 23:43:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ciber Lain</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cyberpunks os descobridores da nova era Na wikipedia &#8211; Ciberpunk (de Ciber(nética) + punk) é um sub-gênero de ficção científica que utiliza elementos de romances policiais, film noir e prosa pós-moderna. Cyberpunk é um subgênero da ficção científica, conhecido por seu enfoque de “Alta tecnologia e baixo nível de vida” (”High tech, Low life”) e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asphyxya.wordpress.com&amp;blog=9972488&amp;post=110&amp;subd=asphyxya&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Cyberpunks os descobridores da nova era</h2>
<p> Na wikipedia &#8211; Ciberpunk (de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cibern%C3%A9tica">Ciber(nética)</a> + <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Punk_rock">punk</a>) é um sub-<a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=G%C3%AAnero_(literatura)&amp;action=edit&amp;redlink=1">gênero</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fic%C3%A7%C3%A3o_cient%C3%ADfica">ficção científica</a> que utiliza elementos de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Romance_policial">romances policiais</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Film_noir">film noir</a> e prosa <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%B3s-modernismo">pós-moderna</a>.<br />
Cyberpunk é um subgênero da ficção científica, conhecido por seu enfoque de “Alta tecnologia e baixo nível de vida” (”High tech, Low life”) e toma seu nome da combinação de cibernética e punk. Mescla ciência avançada, como as tecnologias de informação e a cibernética junto com algum grau de desintegração o mudança radical na ordem social. De acordo com Lawrence Person: ”Os personagens do cyberpunk clássico são seres marginalizados, distanciados, solitários, que vivem à margem da sociedade, geralmente em futuros despóticos onde a vida diária é impactada pela rápida mudança tecnológica, uma atmosfera de informação computadorizada ambígua e a modificação invasiva do corpo humano.”</p>
<br />Publicado emPense., Teoremas enlouquecer Tagged: ciber cultura, ciber punk, cultura <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/asphyxya.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/asphyxya.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/asphyxya.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/asphyxya.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/asphyxya.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/asphyxya.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/asphyxya.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/asphyxya.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/asphyxya.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/asphyxya.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/asphyxya.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/asphyxya.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/asphyxya.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/asphyxya.wordpress.com/110/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asphyxya.wordpress.com&amp;blog=9972488&amp;post=110&amp;subd=asphyxya&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Ta fooooooooo!!!!</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 20:32:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ciber Lain</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu ja não to agunetando essa vida desgraçada que eu tenho que viver sem ter nem uma chance de mudar tudo como eu apagaoesse post na hora que eu quiserr emonto outro muito masi legal.. Publicado emPense. Tagged: auto-ajuda, cibernetica, desilusão, duvida, idiota, inercia, internet, letras de musica, literatura, livro, medo, mentira, musica, Resposta, sexo, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asphyxya.wordpress.com&amp;blog=9972488&amp;post=106&amp;subd=asphyxya&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu ja não to agunetando essa vida desgraçada que eu tenho que viver sem ter nem uma chance de mudar tudo como eu apagaoesse post na hora que eu quiserr emonto outro muito masi legal..</p>
<br />Publicado emPense. Tagged: auto-ajuda, cibernetica, desilusão, duvida, idiota, inercia, internet, letras de musica, literatura, livro, medo, mentira, musica, Resposta, sexo, trabalho, velhos, vida <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/asphyxya.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/asphyxya.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/asphyxya.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/asphyxya.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/asphyxya.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/asphyxya.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/asphyxya.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/asphyxya.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/asphyxya.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/asphyxya.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/asphyxya.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/asphyxya.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/asphyxya.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/asphyxya.wordpress.com/106/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asphyxya.wordpress.com&amp;blog=9972488&amp;post=106&amp;subd=asphyxya&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Katatonia</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 21:33:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ciber Lain</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O gênese Formada em 1991 em Estocolmo, Suécia, a banda Katatonia foi fundada pelos amigos de longa data Anders Nyström (aka Blakkheim) e Jonas Renkse (aka Lord Seth). Após vários anos de composições, ensaios e gravações caseiras, a banda começava a colher os primeiros frutos do seu trabalho, com o lançamento da demo-tape Jhva Elohim [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asphyxya.wordpress.com&amp;blog=9972488&amp;post=105&amp;subd=asphyxya&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O gênese</p>
<p>Formada em 1991 em Estocolmo, Suécia, a banda Katatonia foi fundada pelos amigos de longa data Anders Nyström (aka Blakkheim) e Jonas Renkse (aka Lord Seth). Após vários anos de composições, ensaios e gravações caseiras, a banda começava a colher os primeiros frutos do seu trabalho, com o lançamento da demo-tape Jhva Elohim Meth (1992) gravada no estúdio sueco Gorysound Studios, esta produzida pelo multi-instrumentista Dan Swanö.</p>
<p>A demo esgotou imediatamente, e o Katatonia chamou a atenção da alemã Vic Records. Esta lançou o Ep entítulado Jhva Elohim Meth &#8211; the Revival. Com o lançamento deste Cd, alastra-se rapidamente pelo underground como fogo em uma floresta. A dupla agora precisava de novos músicos para agregar à banda, para expandi-la. Assim, o baixista Guilherme Le Huche (AkA Israphel Wing) foi recrutado para iniciar os primeiros teste ao vivo com as músicas do duo.</p>
<p>No final de 1992 a banda assina com a gravadora Unisound (antes Gorysound). E em 1993 começam as gravações do primeiro álbum Dance of December Souls , produzido pela própria banda e por Dan Swanö. Parecia que o álbum nunca veria a luz do dia, mas assim que foi lançado em Dezembro de 1993, o álbum era caiu nas graças da crítica e da cena de heavy-metal européia, tornando-se um capítulo clássico na história do doom metal.</p>
<p>Em 1994 a italiana Avantgarde Music assediou a banda para que compusessem algumas músicas que seriam lançadas em uma compilação. Mas as músicas acabaram sendo lançadas em um ep intitulado For Funerals to Come (1995). Faixas como Black Erotica e Love of the Swan mostram o mesmo som lapidado em Dance of The December Souls, mas muito mais maduro, com uma leve sutileza: a experiência acumulada pelos shows ao vivo.</p>
<p>Este ano foi realmente conturbado para a banda. Nyström &amp; Renkse encontravam problemas em encotrar uma formação definitiva e estável para o Katatonia, o que fez dedicarem muito mais tempo a outros projetos. Renkse estava altamente envolvido com seu outro projeto, o October Tide, enquanto Nyström dividia sua criatividade entre as bandas Diabolical Masquerade e Bewitched.</p>
<p>Um novo começo</p>
<p>Frustrados com o abandono do futuro inexplorado do Katatonia e um pouco incomodados a tristeza que o assunto trazia, os amigos decidiram voltar atrás, agora tentando uma nova abordagem para a banda no início 1996. Agora com um novo membro definitivo, o guitarrista do October Tide Fred Norrman, bateram na porta sempre aberta da Unisound. Banda e gravadora entram em numa intrincada teia de idéias e visões complexas, mas até então nenhuma canção tinha sido escrita e arranjada.</p>
<p>Após duas semanas de gravações, testes de arranjos, melodias e conceitos, o Katatonia emergiu novamente com o álbum Brave Murder Day. Mikael Åkerfeldt, da também sueca Opeth, foi convidado a gravar vocais, principalmente partes mais guturais, tendo que Renkse declarou a sua voz já não tinha o mesmo timbre. Agora, o Katatonia reinventara seu timbre, sua música, e este álbum prova ser uma influência que muitas bandas se inspirariam posteriormente.</p>
<p>Após terem viajado com sucesso à Europa pela primeira vez em Outono de 1996, a banda já estava louca pra entrar novamente em estúdio para gravar o novo material.</p>
<p>Diante do fato de que a gravadora Unisound havia fechado as portas, a única escolha lógica era o Sunlight Studios, situado em Estocolmo, cidade natal da banda. Com plena liberdade para mostrar a sua originalidade e experimentação, a banda sentiu-se a vontade pra compor e o resultado seria o mini-álbum Sounds of Decay, ainda pela Avantgarde Music. Produzido pela banda e mixado por Tomas Skogsberg, este cd tem algumas reminiscências sonoras de Brave Murder Day, em parte por ainda trazer Mikael Åkerfeldt em dueto com Renske.</p>
<p>No auge da criatividade, Nyström, Renkse e Norrman começavam a definir a banda. O novo membro seria o baixista Mikael Oretoft, retornando à todo vapor em 1997 para lançar o seu terceiro álbum de estúdio, Discouraged Ones, e agora com um reavivamento da fase antiga da banda com Renkse outra vez ocupando seu papel clássico como baterista e ainda fazendo as partes vocais.</p>
<p>Mudança de ventos</p>
<p>Åkerfeldt moveu-se da posição de ‘growl vocals’ para a de produtor e backing vocal. Neste disco nós começamos a sentir o real valor da nova voz de Renkse, em um estilo vocálico mais limpo e distinto. Mover em 180 graus a sua musicalidade soava meio arriscado para a banda, mas a qualidade da musica neste álbum superou as expectativas. As tendências góticas que floresciam de sua música dão lugar a melodias contemporâneas, com letras tratando de sentimentos da perda e de desolação, de desespero e de esperança. Neste álbum a banda emerge definitivamente no estilo dark-rock.</p>
<p>A gravadora Peaceville Records tinha fama de trazer à tona várias bandas novas, mas Discouraged Ones fez com que a companhia se apaixonasse pelo música dinâmica fora de rótulo do Katatonia, propondo um negócio a longo prazo: a gravação de cinco álbuns. E a banda que tinha muitas de suas bandas preferidas sob a asa da Peaceville, aceitou a empreitada e voltou a atuar como trio, começando a trabalhar em seu quarto álbum de estúdio: Tonight&#8217;s Decision (1999).</p>
<p>Neste álbum, a banda volta ao Sunlight, ainda com Åkerfeldt, co-produzindo e nos backing-vocalse com a ajuda do experiênte Skogsberg na mixagem. O velho amigo e antigo produtor Dan Swanö trouxe um convidado para as baquetas – permitindo que Renkse se concentrasse mais nas partes melódicas de sua voz, mais incríveis a cada dia. Com a forte distribuição internacional e suporte que tinha na Peaceville, o Katatonia viu sua popularidade montar dimensões inimagináveis. No fim daquele ano a banda viajou em turnê pela Escandinávia, abrindo os shows de lengendárias como Paradise Lost, contando com os novos integrantes: o irmão de Fredrik, Mattias Norrman no baixo e Daniel Liljekvist na bateria.</p>
<p>Ocupados por todo o ano 2000 gravando o quinto álbum e visitando Polónia e os E.U.A, abrindo os shows dos amigos do Opeth em diversos festivais, o Katatonia lança o álbum Last Fair Deal Gone Down no início do verão de 2001. Precedido por um CD de três faixas: a faixa título do single chama-se Teargas, música do álbum Last Fair&#8230; e outras duas compostas especialmente para o single: Sulfur e March 4.</p>
<p>Renske firmava-se a cada dia como um dos vocalistas mais honestos e mais distintos da cena musical sueca. Havia vulnerabilidade em sua performance vocal que incitava-nos crer em cada palavra, numa época da música onde segundo os fãs e artistas mais esclarecidos, eram tempos de &#8220;falsificação musical&#8221;. Guiados pelo excelente trabalho de guitarra do gênio Anders Nyström, o Katatonia levava a música dark e gótica aos limites mal iluminados da modernidade, com uma abordagem contemporânea, angariando seguidores por onde se apresentavam</p>
<p>Após o sucesso do festival Peacefest em março 2000, o Katatonia voltou ao Reino Unido em maio e embarcou em uma mini-turne como banda principal. Empolgados com a reação das multidões, voltaram rapidamente para abri novamente os shows do Opeth na Europa e no Reino Unido, e ao mesmo tempo lançando um segundo Ep em 2001, chamado Tonight’s Music, faixa também retirada do álbum Last Fair Deal Gone Down. O Ep ainda inclui duas faixas exclusivas: Help Me Disappear, e How I Enjoy the Light.</p>
<p>O ano de 2002 foi tranqüilo, e a banda se concentrou bastante no processo de composição, arranjo e mixagem do próximo álbum. Finalmente em 2003 seria lançado o novo álbum, para consolar os corações vazios e melancólicos dos fãs: Viva Emptiness, gravado no sombrio inverno sueco no 301 studios em Estocolmo e no Fascination Street em Örebro, produzido por Nyströme Renkse e mixado por Jens Bogren. Novamente a banda mostrava que não havia estagnado, mostrando ainda mais evolução, muito mais próxima do rock alternativo, do psicodélico, mas com ainda mais peso e densidade nas composições. Logo após o lançamento fui iniciada um excursão europeia com o mesmo título durante os meses de Abril e Maio em 2003.</p>
<p>Consagração</p>
<p>Em 2004, o Katatonia viaja à Escandinávia duas vezes, faz uma excursão europeia e um participa de festivais ao redor do mundo. Terminadas as turnês, a banda começa a trabalhar na próxima obra de arte.</p>
<p>No ano de 2005 foram lançados dois álbuns de compilações da banda. O primeiro a ser lançado foi pela Avantgarde, intitulado Brave Yester Days, que trazia um panorama musical da banda entre os anos 1992 à 1997, íncluínco mais dois registros, antes lançados em Ep , demos, e outras raridades. O segundo, lançado pela gravadora Peaceville, intitulado The Black Sessions, compilação que continha dois discos gravações clássicas, registradas no período de 1998 à 2004, mais um show ai vivo em DVD da turnê de 2003 do álbum Viva Emptiness, gravado na Polónia. Nesta coleção também foram incluídos vários lados B, que continham as melhores musicas dos álbuns Discoraged Ones e Viva Empitiness (com a adição de Wait Outside, faixa não aproveitada no álbum Viva Emptiness).</p>
<p>De novo na estrada em Março, a banda faz um turnê na Europa. Renkse e Nyström voltam pra casa pra completar o processo de mixagem e gravação do próximo álbum. No fim do ano a banda toca na Rússia pela primeira vez em sua carreira, em duas grandes cidades para uma multidão que havia esperado mais de uma década para ver o obscuro se apresentar. Sucesso e shows lotados foi o que a banda trouxa de lembrança da ex-república soviética.</p>
<p>No início do ano de 2006, o Katatonia escolhe a música My Twin como música de trabalho nas rádios e na mídia, lançando um videoclip para a mesma dirigido por Charlie Granberg. A música foi retirada do sétimo álbum da banda intitulado The Great Cold Distance registrado no verão de 2005 nos estúdios Fascination Street em Örebro, na Suécia.</p>
<p>Produzido por Nyström e Renkse e co-produzido e mixado por Jens Bogren e David Castillo, The Great Cold Distance com é um álbum certamente trabalho mais dinâmico da história da banda, segundo a mídia. Renkse explica: &#8220;The Great Cold Distance fala da distância que é necessária para viajar pelos corredores da desilusão e do vexame que o ser humano provoca à si mesmo. Este álbum, só ajudará apenas a aumentar a frieza entre nós. Mostra-nos uma vida maldita e deseperançosa. É o que encontrarão em cada acorde deste álbum&#8221;.</p>
<p>Atualmente a banda está em turnê de promoção do álbum The Great Cold Distance.</p>
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		<title>Ciber Human</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 21:48:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ciber Lain</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estava pensando quando teremos nosson proprios corpos ciberneticos??? Nossas mentes estão a meio caminho disso. Publicado emPense.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asphyxya.wordpress.com&amp;blog=9972488&amp;post=101&amp;subd=asphyxya&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava pensando quando teremos nosson proprios corpos ciberneticos???<br />
Nossas mentes estão a meio caminho disso.<img src="http://asphyxya.files.wordpress.com/2009/11/ghost_shell.jpg?w=460&#038;h=248" alt="Ghost_shell" title="Ghost_shell" width="460" height="248" class="aligncenter size-full wp-image-100" /></p>
<br />Publicado emPense.  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/asphyxya.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/asphyxya.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/asphyxya.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/asphyxya.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/asphyxya.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/asphyxya.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/asphyxya.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/asphyxya.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/asphyxya.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/asphyxya.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/asphyxya.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/asphyxya.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/asphyxya.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/asphyxya.wordpress.com/101/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asphyxya.wordpress.com&amp;blog=9972488&amp;post=101&amp;subd=asphyxya&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Ciber Lain</media:title>
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		<media:content url="http://asphyxya.files.wordpress.com/2009/11/ghost_shell.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Ghost_shell</media:title>
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	</item>
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		<title>Eu ja desisti</title>
		<link>http://asphyxya.wordpress.com/2009/11/07/eu-ja-desisti/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 21:22:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ciber Lain</dc:creator>
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		<description><![CDATA[È dificil dizer isso mas sim ja desisti daquela menina que eu tanto quis ter um dia. Achei que ela era alguem que eu deveria concentrar meus esforços e acabei percebendo que novamente estava em estado Platonico,sem amar de verdade,mas eu conheço a mim mesmo e sei como sou. Prefiro capitular a ter que procurar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asphyxya.wordpress.com&amp;blog=9972488&amp;post=98&amp;subd=asphyxya&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>È dificil dizer isso mas sim ja desisti daquela menina que eu tanto quis ter um dia.<br />
Achei que ela era alguem que eu deveria concentrar meus esforços e acabei percebendo que novamente estava em estado Platonico,sem amar de verdade,mas eu conheço a mim mesmo e sei como sou.<br />
Prefiro capitular a ter que procurar uma resposta que não vai me satisfazer durante um longo tempo</p>
<br />Publicado emSem categoria  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/asphyxya.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/asphyxya.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/asphyxya.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/asphyxya.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/asphyxya.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/asphyxya.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/asphyxya.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/asphyxya.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/asphyxya.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/asphyxya.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/asphyxya.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/asphyxya.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/asphyxya.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/asphyxya.wordpress.com/98/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asphyxya.wordpress.com&amp;blog=9972488&amp;post=98&amp;subd=asphyxya&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Ciber Lain</media:title>
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		<title>Desde que sei de mim&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 21:06:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ciber Lain</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você tambem acha que estamos em um realit-show mundial??<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asphyxya.wordpress.com&amp;blog=9972488&amp;post=95&amp;subd=asphyxya&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E´foda ficar imaginado algo pra escrever depois de um dia cansativo de trabalho,onde tudo acontece mas e tão passageiro que nem da tempo de gravar na memoria.<br />
aio eu fico aqui enchendo o saco de pessoas que eu nem conheço e vendo coisa inuteis que não serviram de nada num futuro bem proximo.<br />
Eu fico pensando como seria o mundo hoje se não houvesse a internet??sem os computadores?? e toda essa parafernalha que estamos acostumados a carregar em nossos bolso,mochilas,mãos,etcetc&#8230;<br />
Estou lendo(pela terceira vez)uma seria de livros (Stieg Larsson)que fala muito disso mas eu não entendo direito oque é essa febre que agora dominou o mundo.<br />
Todos tem email,orkut,facebook etc&#8230;<br />
Quando era um garoto,(que como eu amava os beatles e os roling stone.)ninguem sabia oque era estar sob o olhar de uma camera e ter seu rosto divulgado em algumas horas na net,como o caso das meninas em pernanbuco essa semana,(B.O SBT)brincavamos na rua,soltavamos pipa,jogavamos bola e quando brigavamos so quem sabia eram nossos pais.<br />
Agora tenho medo de andar em certas ruas deSampa e de repente me ver em um blog sem noção assim como esse.(prometo que vou tentar melhorar a qualidade dos post´s)</p>
<br />Publicado emPense. Tagged: auto-ajuda, doideira, idiota, letras de musica, livro, livros, medo, musica, paixão, passatempo, poema, Resposta, sexo, sonhos, teorema, velhos <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/asphyxya.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/asphyxya.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/asphyxya.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/asphyxya.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/asphyxya.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/asphyxya.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/asphyxya.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/asphyxya.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/asphyxya.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/asphyxya.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/asphyxya.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/asphyxya.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/asphyxya.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/asphyxya.wordpress.com/95/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asphyxya.wordpress.com&amp;blog=9972488&amp;post=95&amp;subd=asphyxya&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Ciber Lain</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Raimundos &#8220;Só no forevis ´´</title>
		<link>http://asphyxya.wordpress.com/2009/11/02/adoro-essa-musica/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 19:24:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ciber Lain</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Isso me lembra quando eu fui o primeir a fazer 18 e todas as meninas bonitinhas ainda tinham 15,16,17,eu sempre ficava com medo de ir pra cadeia ou o pai delas me pegar. Eu gosto dessa musica e de varias outras dos Raimundos(uns caras que eram a cara da juventude do seu tempo e quando [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asphyxya.wordpress.com&amp;blog=9972488&amp;post=87&amp;subd=asphyxya&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Isso me lembra quando eu fui o primeir a fazer 18 e todas as meninas bonitinhas ainda tinham 15,16,17,eu sempre ficava com medo de ir pra cadeia ou o pai delas me pegar.<br />
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://asphyxya.wordpress.com/2009/11/02/adoro-essa-musica/"><img src="http://img.youtube.com/vi/VLTePjx-2i4/2.jpg" alt="" /></a></span><br />
Eu gosto dessa musica e de varias outras dos Raimundos(uns caras que eram a cara da juventude do seu tempo e quando se venderam para a midia deram de cara com o fim)eles tinham essa coisa de dizer oque queria ser ouvido mas do jeito que devia ser ouvido,e tambem falam daquilo que ninguem queria ouvir mas gostava de ouvir mesmo assim,escutou????<br />
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://asphyxya.wordpress.com/2009/11/02/adoro-essa-musica/"><img src="http://img.youtube.com/vi/7mmsQUJDX24/2.jpg" alt="" /></a></span><br />
Eu tocava essa musica o dia todo na garagem de um amigo meu e  os viziznhos ficavam doidos,até o dia que o  pai dele deu uma pickup velha e a gente colocou todos os instrumentos dentro e saimos tocando pelo bairro com a policia atras,hahahahaha<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://asphyxya.wordpress.com/2009/11/02/adoro-essa-musica/"><img src="http://img.youtube.com/vi/TQ7V5tbX-DM/2.jpg" alt="" /></a></span>bate cabeça aaaaaaaa<br />
Ja tive varias escoriaçoes devido a essa dança do tempo da caverna<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://asphyxya.wordpress.com/2009/11/02/adoro-essa-musica/"><img src="http://img.youtube.com/vi/Nhjy5-w8poo/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<br />Publicado emCoisas que eu gosto Tagged: doideira, duvida, idiota, letras de musica, medo, musica, paixão, passatempo, poema, poesia, sexo, sonhos, velhos <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/asphyxya.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/asphyxya.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/asphyxya.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/asphyxya.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/asphyxya.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/asphyxya.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/asphyxya.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/asphyxya.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/asphyxya.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/asphyxya.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/asphyxya.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/asphyxya.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/asphyxya.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/asphyxya.wordpress.com/87/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asphyxya.wordpress.com&amp;blog=9972488&amp;post=87&amp;subd=asphyxya&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Ciber Lain</media:title>
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		<title>Quando eu fico&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 18:46:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ciber Lain</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando eu fico sem fazer nada eu leio varios livors ao mesmo tempo.Ultimamente eu terminei a Serie Milennium(Stieg Larsson) e agora to louquinho para ver o filme. Alguem ai tem??? Publicado emSem categoria Tagged: duvida, fermat, larsson, literatura, livro, medo, paixão, passatempo, Salander, sexo, teorema<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asphyxya.wordpress.com&amp;blog=9972488&amp;post=80&amp;subd=asphyxya&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/tevirselrahc/3312653890/"><img src="http://asphyxya.files.wordpress.com/2009/11/3312653890_f02d70872c.jpg?w=375&#038;h=500" alt="Foto do poster" title="Foto do poster na entrada do cinema" width="375" height="500" class="aligncenter size-full wp-image-81" /></a>Quando eu fico sem fazer nada eu leio varios livors ao mesmo tempo.Ultimamente eu terminei a Serie Milennium(Stieg Larsson) e agora to louquinho para ver o filme.<br />
Alguem ai tem???</p>
<br />Publicado emSem categoria Tagged: duvida, fermat, larsson, literatura, livro, medo, paixão, passatempo, Salander, sexo, teorema <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/asphyxya.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/asphyxya.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/asphyxya.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/asphyxya.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/asphyxya.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/asphyxya.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/asphyxya.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/asphyxya.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/asphyxya.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/asphyxya.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/asphyxya.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/asphyxya.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/asphyxya.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/asphyxya.wordpress.com/80/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asphyxya.wordpress.com&amp;blog=9972488&amp;post=80&amp;subd=asphyxya&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Ciber Lain</media:title>
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			<media:title type="html">Foto do poster na entrada do cinema</media:title>
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